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Patrícia Lobo

Filmes | Bohemian Rhapsody, finalmente!

14.03.19 | Patrícia Lobo

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Fonte

 

Farrokh Bulsara queria ser o que todos nós queremos ser. Farrokh Bulsara queria ser ele próprio. Farrokh Bulsara não desistiu. Farrokh Bulsara renasceu como Freddie Mercury.

 

Vi, finalmente, o Bohemian Rhapsody! Eu sei, já venho atrasada e, provavelmente, já leram umas mil opiniões acerca deste tema, mas não quero deixar de partilhar a minha admiração pelo Freddie e os Queen e a surpresa que foi ver um filme genial sobre as suas histórias.

 

Oiço Queen desde que sou gente. Felizmente, os meus pais incutiram-me um excelente gosto musical! Por isso mesmo, ver este filme só faria sentido se estivesse na companhia deles. Assim foi e eles gostaram tanto quanto eu. Escusado será dizer que, depois disso, passámos uns dias a cantar as músicas do filme e, esporadicamente, dois ou três Galileos, muito desafinados!

 

Mesmo sendo fã da banda, não fazia ideia de muitos dos pormenores da vida pessoal de Freddie ou dos outros elementos de Queen. Bem sei e muito se fala que o filme não retrata de forma fiel os acontecimentos, mas no fim, não acho que nada disso tenha tirado o mérito merecido.

A caracterização do Rami Malek estava genial, mas o que me conquistou foi a sua postura - na minha opinião, muito à la Freddie Mercury. Valeu-lhe um Óscar, pois está claro! O Gwilym Lee, no papel de Brian May, surpreendeu-me pelas semelhanças físicas tão evidentes. E o Roger Taylor, interpretado por Ben Hardy, estava gato demais!

 

Fãs ou não de Queen, todos deviam assistir a este filme. E, segundo li por aí, a banda está a planear uma sequela de Bohemian Rhapsody. Será verdade? Venha ela!

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