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Patrícia Lobo

Sobre livros, projetos de leitura e outras coisas da vida

Patrícia Lobo

Sobre livros, projetos de leitura e outras coisas da vida

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22.08.13, Patrícia Lobo
As vozes ecoam na sua cabeça. Ela sente-se deslocada neste mundo. Incompreendida. Grita em silêncio mas ninguém parece ouvir. É como se tivesse a certeza da solidão. Como se o vazio possuísse braços para a envolver.

Palavras

19.08.13, Patrícia Lobo
Palavras. Podem dizer-nos tudo ou nada. São capazes de destruir ou fazer alguém renascer. Muitas vezes, conseguem tudo isso ao mesmo tempo. Palavras são como pessoas, por isso, não devemos procurar a sua perfeição, quando qualquer um de nós tem a capacidade de interpretá-las da forma que quiser e dar-lhes qualquer sentido. Aprendi isso hoje, quando chorei pelas tuas palavras. E jurei que mais ninguém me iria pisar com aquilo de que demais precioso tenho. Palavras. Algumas, deixaram-me ir ao fundo, mas logo outras me trouxeram para cima. As pessoas também assim o são - incertas. E a incerteza faz com que o coração doa e que os olhos ardam lotados de lágrimas salgadas; e as atitudes fazem-me sentir vazia porque, por momentos, deixei de ver nos teus olhos o reflexo da minha pessoa. Quem mudou, afinal?

Papito

15.08.13, Patrícia Lobo
Vinte e sete dias, uma eternidade e a saudade sufoca. Tem sido difícil sem ti, papito. Nada tem a mesma intensidade. Ou talvez tenha sido apenas eu a perder-me na lembrança da tua gargalhada. Como se tudo se concentrasse nessa melodia contagiante que me faz acreditar que a felicidade está ali mesmo, diante dos meus olhos. Sem complicações ou limitações. Os teus verdes e doces olhos, sinto falta deles. E das manhãs agitadas, carregadas dessa tua personalidade e boa disposição. E tenho saudades de ouvir e cantar contigo a Wish You Were Here. A nossa música; aquela que me cantaste ao ouvido quando estive doente. Sabes, hoje sou eu que desejo que aqui estivesses. Volta depressa. Quero o teu abraço. É nele que me sinto verdadeiramente em casa. Amo-te, papito.

Quantas vezes

14.08.13, Patrícia Lobo
Vi nos teus olhos a cor da saudade. O reflexo de todos os momentos. A dor por já não sermos o que outrora conquistámos. Não achas que está a ficar tarde? Tarde demais para nós.
E eu tinha tantos sonhos para nós. Sonhos que tu nem imaginaste. E tantas vezes eu te fiz sorrir, com a esperança de que um dia fosse eu o motivo de cada sorriso teu. Sabes, existem sorrisos que matam. O teu tinha esse poder em mim. 
Quantas vezes o batimento do meu coração falhou? Não sei. Mas cansei-me. Cansei-me de não ser o motivo de alguém. O sonho. A curva perfeita dos teus lábios. E quantas vezes olhei para trás? E quantas mais me arrependi? Não sei. Mas aprendi a ser feliz; amando quem nunca me abandonou, quem nunca me deixou desistir de mim. Eu mesma.

Um pouco mais de mim

13.08.13, Patrícia Lobo
Gosto de príncipes e princesas e histórias de encantar. Gosto de sorrir e falar. Nunca estou calada se estiver feliz. Escrevo porque não sei desabafar de outra forma e também gosto de contar histórias à minha maneira. Adoro o pôr-do-sol e o amanhecer. Adoro a noite. Uma boa bebida, um bom cigarro e uma boa companhia. Música, não vivo sem música. Nem sem aqueles que são a melodia do meu coração. Não gosto de estar longe do meu Papito. Não gosto de discussões, gritos e lágrimas. Odeio praia e chuva. Não sou louca por adrenalina, mas gosto de tocar nas campainhas e fugir. 
Inspiro vontade de viver. Expiro amor. Sou uma alma sonhadora e espero sempre o melhor da vida. Desiludo-me demasiadas vezes por isso.
Mas hoje, sou mais feliz do que ontem. E amanhã, já terei dado mais um passo em direcção à felicidade.

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